Externa felicidade  X  Felicidade externa

Ontem fui no aniversário do meu amigo “Caprino” e vendo sua imensa felicidade em estar ali com os seus me fiz uma pergunta:
Onde nasce a fatalidade: dentro ou fora de cada um? E foi numa simples cantoria de ” lá,lá,lá,lá, lálálá…” que encontrei a
resposta: DENTRO! Afinal, tudo é mental!

Nascemos nus e sem posses. À medida que crescemos adquirimos experiências, conhecimentos e discernimentos. Juntamos tudo isso e amarramos de forma inseparável com o livre arbítrio. Surge então algo que ditará nosso destino: A ESCOLHA! Nossas escolhas moldarão o nosso futuro.

Ter algo ou alguém que nos traga felicidade é colocar nela -felicidade- pontos externos condicionantes. E geralmente o que acontece? NÃO NOS SATISFAZEMOS. Isso ocorre porque, como disse anteriormente, tudo é mental. E como mental não há como se apoiar em pontos externos, apenas nos internos. “Não são os fatos que farão você feliz ou infeliz, ao contrário, é você que, sendo feliz ou infeliz construirá circunstâncias felizes ou infelizes.”*

Externa tua felicidade e procure não se apoiar na felicidade externa, pois esta poderá de fazer cair por ser um falso apoio. Se “é você, que sendo feliz ou infeliz, faz os fatos ao seu redor”*, SEJA FELIZ! Inovando a sua mente.

PARABÉNS “CAPRINO”. Obrigado por sua amizade, ou melhor…sou seu amigo porque sou feliz…kkk!

*Trechos retirados do livro: Como vai a sua mente – Dr. Celso Charuri”

Revolução Mental? Não há!

De acordo com Albert Einstein, a mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original. Sendo assim, façamos o seguinte questionamento: haverá a possibilidade de fazermos uma revolução mental?

Com base em fatos históricos podemos constatar que o corpo que sustentou a mão que segurou a espada foi motivado pelo verbo que se fez ação desencadeando uma revolução.

Nem o corpo, nem a mão, tampouco a espada, muito menos ainda o verbo  e jamais a revolução foram e serão capazes de desenvolver um Mundo Bem Melhor. Basta olhar o mundo à nossa volta.

O corpo foi queimado, a mão e a língua foram cortadas, o verbo foi silenciado e se tornou inativo e a tão esperada revolta voltou ao mesmo ponto de onde partiu, pois se tratava de um movimento giratório onde se buscava ilusória transformação.

A única transformação que não pode ser interrompida, parada, estancada é a transformação mental. Ou quem sabe uma transformação do entendimento, da interpretação. É fato que a mente continua, ou melhor, a mente já é por si mesma, estado de presença, nesta e em outras dimensões, afinal, tudo é mental.

Iniciando com uma grande mente e concluindo com outra: A única revolução possível é dentro de nós (Mahatma Gandhi).

Fica o convite: inove a mente!